MULHERES DO BRASIL
O QUE EM VOCÊ NÃO PODE CALAR?
O Brasil é hoje um dos países que mais mata mulheres no mundo.
Por trás dos números existem histórias interrompidas, famílias marcadas e vozes que não podem mais falar.
Diante dessa realidade, nasce a ação artística “Mulheres do Brasil – O que em você não pode calar”. Um encontro que transforma estatísticas em presença, silêncio em voz e dor em manifestação coletiva.
EXPOSIÇÕES ANTERIORES
Em FRENTE. VERSO. REVERSO as obras das artistas emergem como galáxias musicais com pulsações interdisciplinares incrustadas em suas irradiações pelo Estúdio Extraordinário, incluindo a performance na varandinha de Eliane, Lucrécia e Raquel. Possibilitando, assim, constatar a função social da arte de projetar o que nos atinge e também de atingir, de ser uma ferramenta de expressão do solapado individualmente relatado, empolgante e penetrante ao ímpeto coletivo.
Gil aproxima-se de uma dupla condição de criador: de um lado lhe cabe o lugar expandido de “performer designado”, termo cunhado por Claire Bishop (2012), direcionado para aqueles que ativam ações/performances na condição de criadores terceirizados, selecionados por uma determinada habilidade profissional ou física, com todos os riscos e diferentes graus de imprevisibilidades implicados, todavia GIL, artista e escultor, tensiona o que a princípio seria a condição de um “terceirizado” de segundo grau da ação, um intérprete tridimensional do corpo em ação no tempo, para assumir seu lugar como modelador de imagens.